Na semana passada saiu na Folha uma nota sobre a possibilidade de um asteróide, o "2004 VD17" se chocar com a Terra no ano 2012. Confira aqui. A probabilidade calculada foi de pouco menos de uma chance em mil. Antes disso, um apostador do Paraná ganhou na mega sena com um único jogo. Neste caso as chances são de uma em 50 milhões, Ou seja, é 50 mil vezes mais fácil o astreóide se chocar com a Terra do que se ganhar na mega sena com uma única aposta! Os asteróides com potencial risco de impacto são monitorados pela NASA, confira aqui.
terça-feira, 7 de março de 2006
quinta-feira, 2 de março de 2006
UFABC
Com surpresa fiquei sabendo da criação da UFABC e do funcionamento do seu site, www.ufabc.edu.br. Sinceramente, gostei! Uma coisa que chama a atenção é o perfil, via currículos, da equipe de direção. Todos tem experiência acadêmica em instituições já consagradas. . . O primeiro concurso, para apenas 16 professores, já exige o título mínimo de doutor. Isto é explicável por razões de conjuntura. A região do ABC faz parte da grande São Paulo, onde já existem universidades públicas como USP, UNIFESP (com novas unidades em Diadema, Santos e, futuramente, Guarulhos) e UNESP (O IFT está planejando uma graduação em Física). Então, não basta ser "somente" uma universidade pública, pois a comparação com as que já existem será inevitável. . . Ainda, dentro deste conceito de "conjunturas", as universidades federais possuem as mais diversas variações: orçamentos, relação professor/aluno, processo de criação, para o caso das novas como UFABC e, no nosso caso, UNIVASF. . . Estas diferenças são resultado de uma série de fatores, é só olhar para o Brasil. Minha dúvida é saber até que ponto as diferenças (com seus aspectos positivos ou negativos) se perpetuam, como genes, nas instituições brasileiras.
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