quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Sete anos no sertão

No dia 22 de Setembro de 2004, há sete anos atrás, este que aqui escreve tomava posse como professor na Universidade Federal do Vale do São Francisco, UNIVASF. Interessante pois era uma universidade sem prédios, sem salas de aulas e sem alunos. . .
Sete anos. Neste tempo tivemos que morrer para alguns sonhos, criar outros. Homens sem sonhos são zumbis. Muitos companheiros daquela data já se foram. Outros chegaram. Histórias "novas" sempre aparecem, no entanto soam como filmes repetidos. . . "não há nada de novo debaixo do sol", Eclesiastes.
O sertão mudou muito num curto intervalo de tempo. Apesar das cidades de Juazeiro/Petrolina serem planas, fato que me surpreendeu quando aqui cheguei, os emergentes se deslocam individualmente com veículos que mais parecem tanques de gerra. Deve ser para se proteger do sol, ou sei lá, algum símbolo de poder (!). O fato é que precisamos de gente de fora para dizer que, por exemplo, necessita-se de um calçadão no centro de Juazeiro!
Com o passar do tempo vamos nos acostumando com o brilho do sol. Este que sempre reina, marca registrada do sertão. O brilho e beleza do astro rei é uma compensação para as adversidades causadas, em muitos casos, pela natureza humana . . .

E assim mais um ciclo termina, o sete é um número cabalístico: sete dias da semana; sete cores do arco iris, etc. Enfim, tudo tem seu tempo, e não somos os mesmos de sete anos atrás.


E Paz na Terra.

sábado, 7 de maio de 2011

Uma questão de compaixão

Saber escolher entre o bem e o mal determina nossa felicidade

Durante este ano, abordaremos algumas das mais importantes qualidades que devem fazer parte de nossa vida para que possamos evoluir no caminho espiritual. Você já deve estar expert em vivenciar a risada, a alegria, o encantamento e o romance no seu dia a dia. Certo? E sua vida deve estar muito mais feliz, solta, mais fácil de ser vivida. Não vamos parar por aí.
Agora vamos falar sobre o próximo passo para sermos cada dia melhores como seres humanos: a compaixão.
Existem dois grandes centros dentro de nós: o centro da compaixão, que nos alimenta, e o centro tóxico, comandado por nosso ego, que nos afasta de nosso verdadeiro lar. Todo instante fazemos uma escolha entre o bem e o mal. Aprenda a optar com sabedoria.
Em cada situaçao de perigo, em vez de julgar, acione a compaixão em seu coração. Se alguém for desagradável com você, procure entender o que a situação tem para ensinar. Se você abraçar o problema com compaixão, perceberá que imediatamente a energia muda.
Destruir é fácil, mas a ideia é aprender a criar, a unir e a conectar o mundo em uma só família. Vamos aproveitar a fraqueza como ensinamento, como aprendizado para nos tornarmos cada vez mais fortes.
Se aprendermos a agir sempre ancorados a partir do centro que alimenta, aceitaremos cada momento e dele tiraremos as lições devidas.
Esse centro da compaixão que nos alimenta é poderoso, infalível. Se alguém nos magoa, vamos encará-lo como um grande mestre, como um "coach" que está ali para nos fortalecer. No momento em que você aumenta o sentimento de compaixão dentro do coração você vai além dos problemas e começa a criar uma solução.
Pratique a compaixão em todos os aspectos de sua vida: familiar, pessoal, social, profissional, espiritual.
Firme um compromisso com você mesmo de agir sempre a partir desse centro que alimenta. Pode não ser um exercício fácil no começo, mas basta policiar-se por algum tempo até que essa atitude do bem se torne um hábito natural e totalmente espontâneo em sua vida.
Experimente, você vai adorar.

Márcia De Luca

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Diário Eletrônico: Para refletir. . .

Diário Eletrônico: Para refletir. . .: "A origem do poder Uma das características mais marcantes da realidade social é o fenômeno do poder. Nas palavras do economista John K..."

sábado, 30 de abril de 2011

Eça de Queiróz

“Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão”.

Eça de Queiróz

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Majestade

"Muitos dos enganadores que conheci no passado são, até hoje, apenas enganadores bem sucedidos."

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

País Desenvolvido

País desenvolvido é país sem mordomias com dinheiro público!!!




Paz na Terra!

sábado, 20 de novembro de 2010

Hermann Hesse

Amar é ser Feliz

Quanto mais envelhecia,
quanto mais insípidas me pareciam
as pequenas satisfações que a vida me dava,
tanto mais claramente compreendia
onde eu deveria procurar a fonte
das alegrias da vida.

Aprendi que ser amado não é nada,
enquanto amar é tudo.

O dinheiro não era nada,
o poder não era nada.

Vi tanta gente que tinha dinheiro e poder,
e mesmo assim era infeliz.

A beleza não era nada.
Vi homens e mulheres belos,
Infelizes, apesar de sua beleza.

Também a saúde não contava tanto assim.
Cada um tem a saúde que sente.
Havia doentes cheios de vontade de viver
e havia sadios que definhavam angustiados
pelo medo de sofrer

A felicidade é amor, só isto.
Feliz é quem sabe amar.
Feliz é quem pode amar muito.
Mas amar e desejar não é a mesma coisa.

O amor é o desejo que atingiu a sabedoria.
O amor não quer possuir.
O amor quer somente Amar.

Herman Hesse