domingo, 19 de setembro de 2010

Candidatos e Vampiros

Olá a Todos!

Nas últimas semanas, andando pelas ruas, uma coisa me incomodava ao olhar as imagens dos candidatos que participarão das eleições de 03 de outubro. Não sabia muito bem definir, mas era uma sensação esquisita ao olhar aquelas imagens. Olhos, dentes e sorrisos, que pareciam exercer uma atração, mas com um objetivo não identiticado, pelo menos conscientemente. Até que na semana passada tive um estalo, um insigth. As imagens eram parecidas como a de Vampiros! Sim, Vampiros! Pensei em colocar algumas imagens aqui para ilustrar, mas poderiam me acusar de estar favorecendo um ou prejudicando outro candidato, então prefiro não ilustar. Cada um que escolha seu candidato ( ou Vampiro) .

No entanto peço que o leitor faça esta observação ao sair nas ruas, ver páginas na internet e todo o material de campanha!

Assim como os Vampiros querem (e precisam) de sangue, os candidatos querem (e também precisam) de votos!

E eles ficam poderosos com os votos. Assim como os Vampiros com o sangue!

É esta nossa escolha. . .


Abraços

e Paz na Terra!

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Sem dúvida, a Constituição oficial declara, solenemente, que "todo poder emana do povo", acrescentando que ele o exerce "por meio de representantes eleitos ou diretamente" (art. 1º, parágrafo único). Mas toda a classe política sabe – e o Poder Judiciário finge ignorar – que na realidade "todo poder emana dos grupos oligárquicos, que o exercem em nome do povo, por meio dos representantes por este eleitos".



terça-feira, 10 de agosto de 2010

Brilho

Ontem a noite, algumas palavras apareceram:

Um brilho, um reflexo,
A beleza efêmera de um instante.
A beleza efêmera de uma vida.
O Ser (Deus?) se manifesta através de sua criação.
A morte não existe!
Somente a vida eterna, em todas as suas manifestações.

As quais se somam estas:
"Bem aventurado é aquele
que sabe viver plenamente
o seu fugidio instante."
Rubáiyat, 74

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Holanda 2 X Brasil 1

Futebol é assim

A Alegria de uns significa a tristeza de outros.

Pura ilusão. . .


sábado, 17 de abril de 2010

Depende. . .



Há algum tempo atrás, em 2005, durante uma caminhada (Caminho da Fé), conheci um casal de advogados que me explicou que em direito não existe certo ou errado. Em suma tudo depende! Hoje em dia compartilho da opinião que o certo e errado são conceitos subjetivos, armadilhas que dividem e separam. Não significa que vale tudo. Somente que, no âmbito das opiniões e decisões pessoais, não cabe julgamento.

No entanto, uma discussão de aspecto geral que surge atualmente é sobre as eleições presidenciais. Aqueles que se comprometem como cidadãos em participar deste processo, estão diante de um jogo, é uma das leituras.

Quem ganha o jogo? São aqueles que ganham a eleição.

Os políticos se focam na campanha. Terminado o jogo muda o foco.

Surge então a pergunta: qual o melhor candidato? A resposta não é tão direta e a melhor resposta é: depende.

Democracia no Brasil: o voto é obrigatório e alguém (!) vai se eleger.







sexta-feira, 5 de março de 2010

O mundo das Formas

Uma das características mais fantásticas e talvez menos compreendidas em nosso Universo é a variedade de formas possíveis em que a matéria se organiza. . . Isto vem desde as moléculas de DNA até as espirais das Galáxias. Moléculas, aminoácidos, proteínas. . . Formas de Vida! ! ! Estruturas estáveis em processos dinâmicos! Até mesmo o Sol, estrela mais próxima, é uma estrutura estável durante um período de tempo, suficiente para que outras estruturas se estabelecessem, como Você e Eu.

A busca do entendimento (ou o deslumbramento) deste mundo, é algo fascinante. Na imagem ao lado estão ilustradas uma hélice de DNA, uma fotografia de uma flor de maracujá (by my) e uma fotografia de uma galáxia espiral. Existiria alguma conexão subjacente, não local, entre as diferentes formas que se manifestam em escalas tão diferentes?

Paz na Terra!


Posted by Picasa

sábado, 7 de novembro de 2009

Quem nos salvará e do que?

Olá a Todos!

A vida em comunidade é algo interessante, nosso senso de espécie é algo que nos conforta em certos momentos. Afinal, o que sobrará de cada um de nós? Onde nossos feitos serão lembrados senão no meio de nossos semelhantes? O que motiva casais a terem filhos, apesar de todas as adversidades, a não ser a sensação de continuidade de suas características através da propagação de seus genes?

No entando, olhando para o futuro (se é que ele existe!), a humanidade, na forma que se manifesta hoje, "está com os dias contatos."
Trágico? Nem um pouco, apenas algo normal. Algo já reconhecido pelo conhecimento atual.
Na melhor das hipóteses, com o final do ciclo atual do sol, mais alguns bilhões de anos, o planeta será aquecido de forma digamos, mortal.

Apesar de o homem se dizer racional, seu comportamento está alicerdado em crenças. Mesmo o positivistas são seguidores de uma "fé". Em torno desta se molda o mundo. É o que chamamos de paradigma pessoal, ou idiosincrasias. Mesmo na pretensa visão científica, não existe consenso absoluto. Existem fatos reconhecidos e versões da realidade.

Considerando nossa continuidade como espécie, inconscientemente depositamos esperanças de que algum dia algo nos salve. Se não fosse assim, todos estaríamos mais envolvidos ou atuantes em questões mais urgentes. Por exemplo, ninguém nasceu de carro, mas quem tem coragem de deixar o seu em casa? Delegamos responsabilidades, nos irresponsabilizamos por aquilo que não nos interessa. A ciência, algum dia, vai encontrar as devidas soluções. É confortante pensar assim.

A questão que estou propondo é que, de uma forma ou de outra, esperamos pela salvação. Talvez este seja um desejo ou destino gravado no inconsciente coletivo. Considerando que dos 6 bilhões de habitantes do planeta, mais de dois terços, com certeza, está filiada a alguma grande religião, esta hipótese não é totalmente absurda. A maioria das religiões abordam o tema da "salvação." Hoje, depois de indas e vindas me pergunto, salvar-se de que?

Todas as formas são impermanentes. . .

Durante um sonho, uma situação incomoda aconteceu. Estava eu em um pais estranho, desembarcando em um aeroporto. Ninguém falava minha lingua, de repente noto que minha bolsa, com todos os documentos, havia se extraviado ou sido roubada. Sensação angustiante, mesmo em um sonho. Quanto mais me identificava, mais me deseparava, mais ficava com raiva. . . No entanto, no fundo de minha mente, algo me lembrou de que aquilo era um sonho. Sabendo disso fiquei mais tranquilo. E a angustia e desespero se acabaram, juntamente com o sonho. Despertei!




MVF


Vale do São Francisco, 07/11/2009

segunda-feira, 21 de setembro de 2009