domingo, 2 de outubro de 2011

Bakunin



"Assim, sob qualquer ângulo que se esteja situado para considerar esta questão, chega-se ao mesmo resultado execrável: o governo da imensa maioria das massas populares se faz por uma minoria privilegiada. Esta minoria, porém, dizem os marxistas, compor-se-á de operários. Sim, com certeza, de antigos operários, mas que, tão logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessarão de ser operários e por-se-ão a observar o mundo proletário de cima do Estado; não mais representarão o povo, mas a si mesmos e suas pretensões de governá-lo.

Quem duvida disso não conhece a natureza humana."

Mickhail Bakunin
Anarquista russo.

sábado, 1 de outubro de 2011

Democracia, o que é isto?



Olá a Todos!

Como uma pessoa comum tenho minhas impressões generalizadas a respeito de vários assuntos. É por isso que existem os especialistas, aqueles se ocupam em um assunto de maneira muito além do que as pessoas comuns. No entanto, mesmo não sendo um especialista, não posso ficar a margem de alguns temas, mesmo correndo o risco de emitir "achismos". Um tema pertinente em nossa sociedade é a busca do poder dentro das instituições. Qualquer estrutura de poder é apoiada por algum embasamento: teórico, doutrinário, religioso, etc. Este embasamento pode ser a democracia (onde isto existe?), a demagogia, a autoridade declarada, a meritocracia (quais parâmetros?) Enfim, deve existir algo que justifique a subjugação de uma pessoa à outra. Sem contar que as "autoridades" possuem privilégios em relação às pessoas comuns. Isto porque as autoridades representam o poder. A teoria diria que as autoridades, numa democracia, representam um poder impessoal, já na prática a natureza humana "desidealiza" toda teoria representativa do poder impessoal, se é que isso existe! Faço aqui uma ressalva, a política, apesar do senso comum que temos dela hoje, ainda é uma forma civilizada de se resolver os conflitos, a opção anterior, antes do advento da "civilização" era a guerra entre tribos, entre clãs e, mesmo depois da civilização, a guerra entre as cidades estado! É normal que alguns desejem jogar uma bomba no congresso nacional, anormal é realizar isto de fato!
Somos um civilização que fabrica armas para serem usadas entre nós mesmos!
Assim, a palavra democracia é mais um sistema de sustentação do poder, ela é manipulada de acordo com as conveniências daqueles que o detém. O importante é que a maioria acredite que o sistema adotado (democracia, tirania, cleptocracia, demagogia, aristocracia, etc.) é válido. No caso da democracia, quanto mais pessoas sejam convencidas de que estão participando, mais elástico é o sistema. Afinal, pode-se afirmar que todos os membros da sociedade tem a mesma capacidade de discernimento??? Seria interessante que todos a tivessem?
Alguns partidos, antes defensores de bandeiras ideológicas, quando no exercício do poder, cedem ao pragmatismo, isto porque o exercício do poder é mais importante que os ideais, quase sempre utópicos.
Enfim, este mundo não é perfeito!



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Sete anos no sertão

No dia 22 de Setembro de 2004, há sete anos atrás, este que aqui escreve tomava posse como professor na Universidade Federal do Vale do São Francisco, UNIVASF. Interessante pois era uma universidade sem prédios, sem salas de aulas e sem alunos. . .
Sete anos. Neste tempo tivemos que morrer para alguns sonhos, criar outros. Homens sem sonhos são zumbis. Muitos companheiros daquela data já se foram. Outros chegaram. Histórias "novas" sempre aparecem, no entanto soam como filmes repetidos. . . "não há nada de novo debaixo do sol", Eclesiastes.
O sertão mudou muito num curto intervalo de tempo. Apesar das cidades de Juazeiro/Petrolina serem planas, fato que me surpreendeu quando aqui cheguei, os emergentes se deslocam individualmente com veículos que mais parecem tanques de gerra. Deve ser para se proteger do sol, ou sei lá, algum símbolo de poder (!). O fato é que precisamos de gente de fora para dizer que, por exemplo, necessita-se de um calçadão no centro de Juazeiro!
Com o passar do tempo vamos nos acostumando com o brilho do sol. Este que sempre reina, marca registrada do sertão. O brilho e beleza do astro rei é uma compensação para as adversidades causadas, em muitos casos, pela natureza humana . . .

E assim mais um ciclo termina, o sete é um número cabalístico: sete dias da semana; sete cores do arco iris, etc. Enfim, tudo tem seu tempo, e não somos os mesmos de sete anos atrás.


E Paz na Terra.

sábado, 7 de maio de 2011

Uma questão de compaixão

Saber escolher entre o bem e o mal determina nossa felicidade

Durante este ano, abordaremos algumas das mais importantes qualidades que devem fazer parte de nossa vida para que possamos evoluir no caminho espiritual. Você já deve estar expert em vivenciar a risada, a alegria, o encantamento e o romance no seu dia a dia. Certo? E sua vida deve estar muito mais feliz, solta, mais fácil de ser vivida. Não vamos parar por aí.
Agora vamos falar sobre o próximo passo para sermos cada dia melhores como seres humanos: a compaixão.
Existem dois grandes centros dentro de nós: o centro da compaixão, que nos alimenta, e o centro tóxico, comandado por nosso ego, que nos afasta de nosso verdadeiro lar. Todo instante fazemos uma escolha entre o bem e o mal. Aprenda a optar com sabedoria.
Em cada situaçao de perigo, em vez de julgar, acione a compaixão em seu coração. Se alguém for desagradável com você, procure entender o que a situação tem para ensinar. Se você abraçar o problema com compaixão, perceberá que imediatamente a energia muda.
Destruir é fácil, mas a ideia é aprender a criar, a unir e a conectar o mundo em uma só família. Vamos aproveitar a fraqueza como ensinamento, como aprendizado para nos tornarmos cada vez mais fortes.
Se aprendermos a agir sempre ancorados a partir do centro que alimenta, aceitaremos cada momento e dele tiraremos as lições devidas.
Esse centro da compaixão que nos alimenta é poderoso, infalível. Se alguém nos magoa, vamos encará-lo como um grande mestre, como um "coach" que está ali para nos fortalecer. No momento em que você aumenta o sentimento de compaixão dentro do coração você vai além dos problemas e começa a criar uma solução.
Pratique a compaixão em todos os aspectos de sua vida: familiar, pessoal, social, profissional, espiritual.
Firme um compromisso com você mesmo de agir sempre a partir desse centro que alimenta. Pode não ser um exercício fácil no começo, mas basta policiar-se por algum tempo até que essa atitude do bem se torne um hábito natural e totalmente espontâneo em sua vida.
Experimente, você vai adorar.

Márcia De Luca

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Diário Eletrônico: Para refletir. . .

Diário Eletrônico: Para refletir. . .: "A origem do poder Uma das características mais marcantes da realidade social é o fenômeno do poder. Nas palavras do economista John K..."

sábado, 30 de abril de 2011

Eça de Queiróz

“Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão”.

Eça de Queiróz

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Majestade

"Muitos dos enganadores que conheci no passado são, até hoje, apenas enganadores bem sucedidos."