quinta-feira, 10 de novembro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Tempo de mudança, no mundo e na UNIVASF
Estamos vivendo um grande momento na UNIVASF, um momento decisivo. Temos duas propostas. Uma é o continuismo de um modelo baseado numa visão pessoal, tal modelo já está aqui faz sete anos!
Eu também! Sou testemunha disto!
A outra opção nasceu de agentes sonhadores da UNIVASF, aqueles que sabem que é possível um outro modo de se conduzir uma universidade. Este movimento nasceu de pessoas sonhadoras, que querem realizar, realizar muito.
Todos nós temos sonhos, se nos deixarem podemos mudar o mundo, energia é o que ainda temos. Não é isso que o mundo precisa, seres que não estão cansados, que acreditam que é possível um mundo melhor? Lógico que os maiores entraves são os pessoais, internos. É preciso coragem para levantar uma voz, uma bandeira. . . e nem sempre a recompensa é a glória e o reconhecimento. Muitas vezes o reconhecimento é somente a certeza do dever cumprido, dentro da consciencia.
Por ainda acreditar que é possível uma outra UNIVASF, diferente, melhor, da qual possa me orgulhar, assim como me orgulho de me sentir um USPIANO (vinte anos desde aluno até pesquisador), considero, sem a menor dúvida, que a melhor opção neste momento decisivo é mudar.
Julianeli para reitor e Télio para vice.
Abraços
Abaixo postagem de 09/12/2005, sobre nossa universidade
http://militaofigueredo.blogspot.com/2005/12/qual-universidade-que-queremos.html
domingo, 2 de outubro de 2011
Bakunin
Quem duvida disso não conhece a natureza humana."
Anarquista russo.
sábado, 1 de outubro de 2011
Democracia, o que é isto?

Olá a Todos!
Somos um civilização que fabrica armas para serem usadas entre nós mesmos!
Assim, a palavra democracia é mais um sistema de sustentação do poder, ela é manipulada de acordo com as conveniências daqueles que o detém. O importante é que a maioria acredite que o sistema adotado (democracia, tirania, cleptocracia, demagogia, aristocracia, etc.) é válido. No caso da democracia, quanto mais pessoas sejam convencidas de que estão participando, mais elástico é o sistema. Afinal, pode-se afirmar que todos os membros da sociedade tem a mesma capacidade de discernimento??? Seria interessante que todos a tivessem?
Alguns partidos, antes defensores de bandeiras ideológicas, quando no exercício do poder, cedem ao pragmatismo, isto porque o exercício do poder é mais importante que os ideais, quase sempre utópicos.
Enfim, este mundo não é perfeito!
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Sete anos no sertão
Sete anos. Neste tempo tivemos que morrer para alguns sonhos, criar outros. Homens sem sonhos são zumbis. Muitos companheiros daquela data já se foram. Outros chegaram. Histórias "novas" sempre aparecem, no entanto soam como filmes repetidos. . . "não há nada de novo debaixo do sol", Eclesiastes.
O sertão mudou muito num curto intervalo de tempo. Apesar das cidades de Juazeiro/Petrolina serem planas, fato que me surpreendeu quando aqui cheguei, os emergentes se deslocam individualmente com veículos que mais parecem tanques de gerra. Deve ser para se proteger do sol, ou sei lá, algum símbolo de poder (!). O fato é que precisamos de gente de fora para dizer que, por exemplo, necessita-se de um calçadão no centro de Juazeiro!
Com o passar do tempo vamos nos acostumando com o brilho do sol. Este que sempre reina, marca registrada do sertão. O brilho e beleza do astro rei é uma compensação para as adversidades causadas, em muitos casos, pela natureza humana . . .
E assim mais um ciclo termina, o sete é um número cabalístico: sete dias da semana; sete cores do arco iris, etc. Enfim, tudo tem seu tempo, e não somos os mesmos de sete anos atrás.
E Paz na Terra.
sábado, 7 de maio de 2011
Uma questão de compaixão
Durante este ano, abordaremos algumas das mais importantes qualidades que devem fazer parte de nossa vida para que possamos evoluir no caminho espiritual. Você já deve estar expert em vivenciar a risada, a alegria, o encantamento e o romance no seu dia a dia. Certo? E sua vida deve estar muito mais feliz, solta, mais fácil de ser vivida. Não vamos parar por aí.
Agora vamos falar sobre o próximo passo para sermos cada dia melhores como seres humanos: a compaixão.
Existem dois grandes centros dentro de nós: o centro da compaixão, que nos alimenta, e o centro tóxico, comandado por nosso ego, que nos afasta de nosso verdadeiro lar. Todo instante fazemos uma escolha entre o bem e o mal. Aprenda a optar com sabedoria.
Em cada situaçao de perigo, em vez de julgar, acione a compaixão em seu coração. Se alguém for desagradável com você, procure entender o que a situação tem para ensinar. Se você abraçar o problema com compaixão, perceberá que imediatamente a energia muda.
Destruir é fácil, mas a ideia é aprender a criar, a unir e a conectar o mundo em uma só família. Vamos aproveitar a fraqueza como ensinamento, como aprendizado para nos tornarmos cada vez mais fortes.
Se aprendermos a agir sempre ancorados a partir do centro que alimenta, aceitaremos cada momento e dele tiraremos as lições devidas.
Esse centro da compaixão que nos alimenta é poderoso, infalível. Se alguém nos magoa, vamos encará-lo como um grande mestre, como um "coach" que está ali para nos fortalecer. No momento em que você aumenta o sentimento de compaixão dentro do coração você vai além dos problemas e começa a criar uma solução.
Pratique a compaixão em todos os aspectos de sua vida: familiar, pessoal, social, profissional, espiritual.
Firme um compromisso com você mesmo de agir sempre a partir desse centro que alimenta. Pode não ser um exercício fácil no começo, mas basta policiar-se por algum tempo até que essa atitude do bem se torne um hábito natural e totalmente espontâneo em sua vida.
Experimente, você vai adorar.
Márcia De Luca