domingo, 10 de fevereiro de 2008

O Eterno e o Efêmero

A vida humana, cerca de 75 anos, é um espaço de tempo muito curto, em minha opinião. Quando começamos a aprender, nosso tempo se acaba. . . Que triste realidade! Doris Lessing, premio Nobel de 2007, em seu livro Shikasta, descreve seres que viviam, na idade de Ouro da Terra, cerca de 5000 anos (cinco mil anos)!
O Tempo é inexorável! Tempus Fugit! Olhando no espelho e comparando as fotos, vemos que ele passa, nosso corpo registra isto!
Então, como discernir o que é Eterno daquilo que é Efêmero? O que vale a pena ser buscado? Dinheiro? Beleza? Poder? Amor? Que Drama!
Sem contar que, no caso dos relacionamentos pessoais, até nossas paixões são passageiras. . . (!)
. . . e que todo relacionamento está fadado a se acabar, exceto o último!

Aqui surge a questão entre o Eterno e o Efêmero. . . Afinal, existe algo de eterno em cada um de nós?

Podemos nos exercitar um pouco, serve para oxigenar o cérebro e excitar as sinapses. . . O que previne o mal de Alzheimer! Assim, teremos que nos entregar às nossas crenças que, atualmente, não podem ser comprovadas pela ciência (para aqueles que têem a experiência da vida após a vida) ou, em outro caso, nos entregar aos valores estéticos e morais que norteiam os grandes homens (altruísmo é uma palavra que deveriam ensinar nas escolas).

Em todo caso, cada um de nós é um imenso Mistério. Eu mesmo, vivo me surpreeendendo comigo mesmo (verdade que me decepciono também!).

Mas é a Vida . . . , quero mais!

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Voltando ao livre Arbitrio . . .

"Tudo é dependente de tudo mais, tudo é conectado, nada é separado.
Portanto, tudo está indo pelo único caminho que pode ir.

Se as pessoas fossem diferentes, tudo seria diferente.

Elas são o que elas são, portanto tudo é como é."


G. I. Gurdjieff



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